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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O varejo deve se preparar para o fim do ano?


Segundo o levantamento de uma pesquisa realizada pelo grupo PROVAR e a Fundação Instituto de Administração (FIA) o mercado, principalmente de eletrônicos, tem que se preparar para um aumento nas vendas para o quarto semestre. Apesar do fantasma da inflação ameaçando e elevando os preços, e também pelo Índice de Confiança do Consumidor apresentar uma queda 3,4% , a menor dos últimos 18 meses a pesquisa aponta que teremos um crescimento em vendas.

Mas, outros dados sustentam a informação de aumentos nas vendas, ou que pelo menos teremos mais produtos no mercado, pois a uma tendência de crescimento na produção industrial segundo o PIM-PF (Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física - IBGE)



Faltou produto para entregar no fim do ano passado, e se tiver uma boa programação de compra para este fim de ano, pode ser que alguns setores obtenham sucesso. Como diz no site Estadão: “De acordo com o levantamento, as categorias de produtos que puxam a intenção de compra neste quarto trimestre são informática, aparecendo em 16,4% das respostas, seguido por eletroeletrônicos (14%), cine e foto (11,4%), telefonia e celulares (11,2%), móveis (10,8%), linha branca (10,4%), imóveis (8,6%), automóveis e motos (7,6%), material de construção (7,6%), cama, mesa e banho (2,4%) e eletroportáteis (2%).”

E continua... ”Em relação ao quarto trimestre do ano passado, as categorias que apresentaram a maior evolução na intenção de compra foram informática (+32,3%), automóveis (+26,7%), material de construção (+15,2%), móveis (+12,5%), linha branca (+10,6%), telefonia e  celulares (+7,7%) e eletroeletrônicos (+6,1%). Já as categorias que registraram queda na intenção foram eletroportáteis (-64,3%), cine e foto (-19,7%) e cama, mesa e banho (-14,3%).”

Para os mercados de eletroeletrônicos e informática devem ter maior sucesso neste período, mas para que isso ocorra é necessário um investimento em Marketing, treinamento para os vendedores e um provisionamento de vendas, com um plano “B” e “C” para caso ocorra imprevistos.

Logo, e necessário montar um gerenciamento de riscos para que seja levantado um plano de contingência, levantando oportunidades e imprevistos que podem ocorrer. E tem que saber se estes riscos tem probabilidade de acontecer qual o seu impacto nas ações. Este levantamento tem que ser separados por categorias, como vendas, pessoais e concorrentes.

Na área de treinamento da equipe é necessário não só para que tenham o conhecimento sobre determinado item, mas que tenham habilidades de negociação, e entendam de RELACIONAMENTO. Dentro de relacionamento há vários valores como honestidade e ética. Saber que uma boa venda, retém o cliente para uma próxima compra e aumenta o boca-a-boca e isso é importante para aumentar as vendas.

No mês passado passei por uma experiência interessante. Fui comprar uma TV de LED, logo um produto de compra comparada (são produtos que o processo de compra é demorado e exige muita informação e pesquisa), além da pesquisa via internet comparando preço e modelos, pude comparar em tempo real utilizando o celular na hora de ver se encontrava opções com o preço menor quando estava na loja. Mas, infelizmente nada é perfeito. Um vendedor tentou vender um produto como se fosse o último da loja, dentro da caixa, e que tinha todas as funcionalidades dos outros produtos que estava comparando. O preço era muito atraente, R$ 200 mais barato que outras opções em outras lojas. Neste momento fiquei em dúvida, e o vendedor forçava a venda rápida, chamando gerente para negociar e falando que se não compra-se ele iria vender em 30 minutos. Parecia venda de alguma coisa com pouco valor com característica de venda por impulso. Resistir à investida e resolvi dar uma volta para pensar na oferta “imperdível”. E esta foi a melhor atitude.

Conversei com a minha esposa e fui até a primeira loja que tinha um valor mais caro, mas que pude testar todas as funções. Quando falei o preço e o modelo para o vendedor, ele falou que o produto pelo qual a outra loja estava oferecendo não tinha as funcionalidades que eu desejava, e me apresentou o manual como prova.

Ufa, quase comprei um produto errado, o que me deixaria muito furioso, pois teria que voltar para trocar. Não tinha nada que eu queria. E depois pensei:
  • Quantas pessoas passam por isso todos os dias, e são enganadas por vendedores que não se preocupam em conhecer a real necessidade do cliente, e ser no mínimo sincero? 
  • Quanto a loja esta perdendo em vendas?
  • Quanto vale um cliente para eles?
  • Será que eles se importam realmente com recompra ou boca-a-boca?
  • Isso é falta de treinamento ou a loja treina assim seus vendedores?

Logo, repasso estas perguntas para vocês, e faço outra.

Já se preparou para vender neste fim de ano?

Abraço

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

UTILIZAÇÃO DAS REDES SOCIAIS COMO INSTRUMENTO DE VENDAS PARA MICRO E EMPRESAS INFORMAIS


Com o aumento acelerado do acesso a internet pelas várias classes sociais, não é de se estranhar que microempresas e empresas informais migrem para este canal de contato direto com o consumidor. Várias são as vantagens: Não há custo, as redes sociais são “free”; facilidade de manutenção, montagem de banco de dados com seus clientes-amigos; aumenta o buzzmarketing ou marketing boca a boca.

O Brasil já é o quinto país um número de usuários das redes sociais. “De julho do ano passado para julho deste ano, o número de usuários brasileiros saltou 47%, passando de 23,966 milhões de visitantes únicos para 35,221 milhões”(O Globo). O Orkut possui no país 52 milhões de usuários. Não é de se espantar que o convívio oriente a migração para o canal de venda, e também, uma estratégia de marketing integrado para as empresas, até mesmo informalmente.

O pensamento é o seguinte: Tenho um Orkut onde troco informações com pessoas que conheço e que tem interesse nos produtos que vendo em casa, e estas pessoas conhecem outras, e mais outras, divulgando os meus produtos cada vez mais. Um exemplo disso aconteceu na minha casa, quando minha esposa estava provando algumas roupas de uma amiga, que ela tinha visto no Orkut, alias na página da empresária informal tinha a coleção completa e opções de combinação de peças de roupa.

Tenho vários exemplos disso, como oferta de biscuit, roupas íntimas e perfumes. Entretanto, para que este esforço de venda aconteça é necessária uma organização, acompanhamento das mensagens, utilização das possíveis critica como informações para melhoria de algum produto ou serviço e ser leal com os consumidores. Falando nisso, vale enfatizar que do mesmo modo que é plausível ter boas referências de seus contatos, também será ruim se não cumprir com o combinado. E se isso ocorrer o melhor é ser sincero, reconhecer o erro, evitar o combate com o “amigo consumidor” para saber quem esta correto, e utilize as informações para melhorar processos de venda.

Uma boa forma de potencializar as divulgações é acompanhar as últimas visitas e ter sempre outras formas de contato para que o “amigo consumidor” consiga se comunicar com você a qualquer momento, e quem sabe utilizar o Twitter para divulgar o endereço da sua página.

Segue algumas referências de venda via o Orkut: Orbita Rock (Loja de roupas – Micro empresa), Luiza Moulin (Vende roupa caseiras), Karina Silveira (Perfumes e hidratantes).

Boas compras!