quarta-feira, 16 de abril de 2008

Os novos consumidores

Saiu uma pesquisa feita pala The Boston Consulty Grup, sobre os Next Billion consumer brasileiros. Os Next Billion consumer são os consumidores que estão em uma faixa de renda entre US$ 100 à US$ 700, que em termos de classe, seria na borda superior da classe E até a faixa mais baixa da classe C. Esses consumidores tem crescido mais que a geral brasileira. "Quase a metade está fora das favelas, e sofrem influência das marcas e produtos" (Consumidor Moderno). Eles tem uma unidade familiar de até 4 pessoas.

"Uma família gasta 39% de sua renda com alimentação, 23% com moradia, 6% com transporte e 4% com produtos de cuidados pessoais. Isso deixa 28% para gastos eventuais, o que normalmente representa 10% para serviços financeiros, 5% para telecomunicações e 13% para despesas supérfluas", segundo a BCG.

O mercado ainda não viu esses consumidores como deveriam. O PDV é um elemento importante na hora de influência a compra, 60% disseram que um vendedor já os ajudou a concluir um negócio. E o investimento em merchandising, que em outras pesquisas já apontou a sua força, é cada vez maior. O aumento do crédito, também beneficia o crescimento do poder de compra dos Next Billion, e esse números tem aparecido a cada mês fortalecendo o comércio interno brasileiro.

As empresas tem que investir em treinamento de sua equipe de atendimento, e também em melhorar o material publicitário para este público exige. O que sua empresa tem feito para atrair e fidelizar esse novo consumidor?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Comercio na Internet - crescimento da 5% das vendas e deflação de 2,19%!

O comercio virtual teve crescimento da 5% das vendas no varejo, e teve deflação de 2,19%, são notícias que saíram hoje nos pricipais meios de comnnicação, demostram que esta modalidade de negócio vai estar cada vez mais presente para os consumidores. Além de tendência crescentes com o encasulamento, estudados por Faith Popcorn, temos um canal de informação e pesquisa, que é a grande vantagem para esses novos consumidores.


Segundo do site G1, da Globo.com (leia a matéria), "Em 2007, o faturamento do comércio virtual atingiu R$ 13 bilhões, incluindo automóveis, turismo e leilões. Foi um crescimento de 1.000% em seis anos. Ao todo, 9,8 milhões de compradores fizeram, em média, nove compras durante o ano. O cartão de crédito é forma de pagamento preferida por 68% dos consumidores". E talvez o que falte para crescer mais essas vendas é a possibilidade das transferências de dados, como a de cartão de crédito, serem mais confiantes.


Já a a pesquisa feita para medir a precificação de produtos on-line feita pela Fundação Instituto de Administração, através do Programa de Administração no Varejo, mostra que produtos com CD e DVD's tiveram inflação de "6,85%, revertendo a queda do mês anterior, seguida por "Brinquedos", que registrou 1,25%, e por 'Automóveis', cujo aumento foi de 1,63%". Mas 8 das 11 categorias de produtos estudadas na pesquisa tiveram deflação. ""Livros" com 0,53%; "Linha branca" (0,97%); de 1,27% em "Perfumaria"; "Produtos para casa" com 2,07%, "Eletroeletrônicos" de 2,19%, além das categorias 'Informática' que apontou queda de 2,34%, 'Telefonia'com 2,50% e 3,41% em ' Viagem e Turismo'. O coordenador da pesquisa comentou que está queda nos preços refletiu o período de férias e as grandes liquidações feitas para atrair os crientes neste período de baixa nas vendas. Matéria que saiu na Gazeta Mercantil.com.br de hoje (veja a matéria).


Algumas empresa já estão, sabiamente, dando importância para este canal, pois possibilita o aumento do alcançe para contactar, informar e relacionar com os clientes, pois através de questionários, você pode conhecer melhor este consumidor e assim trabalhar melhor seu Marketing.


E como você trabalharia estas informações nas empresas? de que forma melhorar este atendimento on-line?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Atendimento em Quiosques do Rio são reprovados

Segundo reportagem de Buno Mello, para o site Mundo do Marketing (veja a reportagem e a pesquisa), mostou a precariedade do atendimento dos quiosques fluminenses, no mais badalado cartão postal do Rio, Copacabana e o Leme. A pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente (IBRC), como o nome Projeto Cliente Surpresa, demostrou uma falta de respeito ao CDC, praticado até por grandes empresa de Fast-food, do Brasil, como o Bob's e McDonald's, que ocuparam destaque negativo na pesquisa.



Além do Código de Defesa do Consumidor, foi analisado o Atendimento, a Apresentação das Lojas e Apresentação dos Profissionais. Apenas dois quiosques conquistaram execelência na pesquisa, Bar Luiz e Chopp da Brahma, outros dois quiosques, Champanheria Copacabana e a Vivenda do Camarão, tiveram conforme o Projeto, e os outros 14 estabelecimentos pesquisados ficaram em não-conforme.



É imprecionante que os clitérios básicos de qualquer serviço, e com um agravante de ser localizado em uma região que tem o turismo como uma das principais fontes renda do estado, e até mesmo do pais, não consigam respeitar pricípios como CDC, Atendimento, Apresentação das lojas, e Apresentação dos profissionais, elementares e que fazem a diferença na hora de conquistar os clientes. E isso acontece no Rio, e cidades como Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo, com praias e visuais belíssimos, como andam nossos quiosques?

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Vendas no varejo cresceu

Foi divulgada pelo IBGE o Pesquisa Mensal de Comércio que apontou crescimento no varejo pelo 8º mês consecutivo, com acumulado no ano de 9,7 % e em 12 meses de 9%.

O comércio varejista vem crescendo, apesar dos aumentos de preços, principalmente no sector alimentício. E este sector de supermercados, hipermercados e alimentício, tiveram um crescimento de 6,4% em relação ao mês de agosto de 2006, que tem maior influência no resultado do varejo, com 34% da taxa obtida, o de vestuário e tecidos cresceu 13% no mesmo período, e é a quarta maior contribuição no resultado global, isso demonstra que o aumentou o poder de compra dos consumidores, já apontado desde do final do ano passado, que não enfraqueceu e se mantém em alta.

No mercado regional os principais estados foram o Mato Grosso (17,2%), Mato Grosso do Sul e Alagoas (13,8%), São Paulo (13,4%) e Goiás (12,9%). Em relação a contribuição no resultado da taxa de varejo ficaram, SP, RS, RJ, MG e SC. O Espírito Santo e ficou em 13ª em relação ao crescimento no mercado, com 8,3%, abaixo do índice nacional de 9,9%.

Como está chegando o período de maior venda no comércio, que é o período de fim de ano, os empresários e administradores tem que ficar mais atentos a esse quadro, pois haverá um aumento na demanda e comércio terá que se preparar para isso. Com o dólar mais baixo que no final do ano passado, este realmente será o momento para os produtos de compra comparada, como os electrodomésticos e automóveis, e com o aumento do crédito e a facilidade das compras deve ser um factor determinante para este período de compras.

Como você gerente de Marketing vê estes números? E como se preparar para isto? o que a sua empresa fará para isso?