Na era do produto, caracterizada pelo foco na produção em massa, a empresa pensava em como produzir mais para ganhar mais. Os esforços pela produção deram espaço a outras preocupações com o passar do tempo. O mercado foi mudando e empresas e produtos precisaram passar por adaptações e ajustes. A tecnologia industrial avançou aos poucos, gerando mais e mais produtos para um mercado sem condições de absorvê-los.
Mas o consumidor não estagnou, percebeu que gostaria de mudanças, que tinha idéias. O tempo passava e os consumidores continuavam a ver os mesmos modelos, cores, sabores...
Mas somente quando o sintoma atingiu os caixas é que os empresários acostumados a reproduzir cópias perceberam que na verdade precisavam inovar.
A partir daí surgiu a corrida pelas vendas entre os concorrentes do mesmo segmento. Ainda assim o foco continuava no produto. Quando se percebeu que quem decide a vida do produto é o cliente. Ele dá a sentença e decide se o caminho é sucesso ou o fracasso.
Na realidade, o segredo é simples. É preciso entender o que ele quer, quanto quer, como quer, quanto quer pagar, etc.
Assim começa a era do cliente, usando técnicas de pesquisa de mercado, substitui a produção às cegas pelo caminho em direção ao público.
A pesquisa deve ser usada antes do investimento, da produção e da venda. Através das suas diversas formas, como qualitativas, quantitativas, de observação ou exploratória, a pesquisa é sempre o melhor primeiro passo que qualquer empreendedor pode dar.
Apesar de não oferecer garantia de sucesso, uma pesquisa bem feita reduz o risco de fazer parte do altíssimo índice de mortalidade de micro e pequenas empresas brasileiras, dando embasamento para suas ações.
No entanto é preciso realizar novas pesquisas ao longo do caminho. O cliente muda, o mercado muda e situações refletem no consumo.Para acompanhar essas tendências e buscar neutralizar algumas conseqüências negativas no produto, é preciso monitorar de tempos em tempos, de acordo com a necessidade do segmento.
Mas o consumidor não estagnou, percebeu que gostaria de mudanças, que tinha idéias. O tempo passava e os consumidores continuavam a ver os mesmos modelos, cores, sabores...
Mas somente quando o sintoma atingiu os caixas é que os empresários acostumados a reproduzir cópias perceberam que na verdade precisavam inovar.
A partir daí surgiu a corrida pelas vendas entre os concorrentes do mesmo segmento. Ainda assim o foco continuava no produto. Quando se percebeu que quem decide a vida do produto é o cliente. Ele dá a sentença e decide se o caminho é sucesso ou o fracasso.
Na realidade, o segredo é simples. É preciso entender o que ele quer, quanto quer, como quer, quanto quer pagar, etc.
Assim começa a era do cliente, usando técnicas de pesquisa de mercado, substitui a produção às cegas pelo caminho em direção ao público.
A pesquisa deve ser usada antes do investimento, da produção e da venda. Através das suas diversas formas, como qualitativas, quantitativas, de observação ou exploratória, a pesquisa é sempre o melhor primeiro passo que qualquer empreendedor pode dar.
Apesar de não oferecer garantia de sucesso, uma pesquisa bem feita reduz o risco de fazer parte do altíssimo índice de mortalidade de micro e pequenas empresas brasileiras, dando embasamento para suas ações.
No entanto é preciso realizar novas pesquisas ao longo do caminho. O cliente muda, o mercado muda e situações refletem no consumo.Para acompanhar essas tendências e buscar neutralizar algumas conseqüências negativas no produto, é preciso monitorar de tempos em tempos, de acordo com a necessidade do segmento.
Artigo escrito por: Rany Schultz


